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A fabulosa história de Jawahir Roble

Para algumas pessoas, mudar a própria realidade é difícil e uma tarefa impossível, e muitas delas se acostumam e levam uma vida dentro dos limites imaginários e reais impostos pela sociedade. Mas, isso não acontece com Jawahir Roble. Descrita pelo Daily Telegraph como a “árbitra mais notável da Inglaterra”, ela mesma já admitiu que jamais imaginaria que uma mulher negra com oito irmãos e irmãs e filha de imigrantes da Somália seria capaz de apitar um jogo masculino na Grã-Bretanha. Ah, e vestindo um hijab. Assim como o consumo de álcool, jogos de cassino e tatuagens, o futebol é um taboo para garotas muçulmanas. O sonho de Jawahir é incentivá-las aos esportes, desenvolver habilidades de equipe, aumentar a confiança e desenvolver um estilo de vida saudável. Continue lendo este artigo para saber sobre a fascinante história dessa mulher!

Juventude na Somália

Apesar de ter crescido em Londres, Jawahir Roble (também conhecida como Jawahir Jewels ou JJ), ainda se lembra da sua juventude na Somália, país que deixou junto com os seus oito irmãos e irmãs quando ainda tinha 10 anos de idade. Durante a sua juventude, apesar dos problemas de violência e guerra civil, ela diz que gostava de jogar futebol nas ruas de Mogadishu (capital da Somália) com os seus irmãos e que sempre gostou de ser ativa: o futebol e a corrida eram distrações para a crescente violência que assolava o país na época. A diversão acontecia quase todos os dias até que as coisas ficaram um pouco mais sérias e já não era mais seguro perambular pelas ruas.

Inglaterra e um novo começo

Com a situação se agravando, sua família se mudou para o noroeste de Londres (Heathrow), e ela logo se envolveu ainda mais com o futebol. No começo, quando percebeu que as chances de se tornar uma jogadora profissional de futebol eram improváveis, ela se interessou em ser treinadora. Porém, em 2012, uma liga local feminina (London’s Capital Girls) não contava com muitas árbitras em seu quadro, e ela se ofereceu para ser árbitra. No início, sua família era contra e tentou impedi-la, mas sua grande vontade de estar envolvida era muito maior. Atualmente, ainda é raro para garotas muçulmanas se envolverem no futebol, lembrando que a FIFA não permitia o uso de quaisquer tipos de adereços que cobrissem a cabeça até 2014. Ela continuou apitando como voluntária na liga enquanto fazia um curso de arbitragem com a Middlesex FA, organização que promove e regula o futebol na região. Com o passar do tempo, ela foi progredindo e apitando jogos mais importantes.

Planos futuros

Apesar de comentários conservadores expressando oposição à sua atividade, Jawahir diz que lida bem com críticas das pessoas que dizem que ela está indo contra a sua religião e cultura. E também já se acostumou com o espanto das pessoas ao vê-la em campo. Ela recentemente voltou da Dinamarca, onde apitou a sua primeira partida internacional e a descreveu como uma tremenda experiência, embora o pagamento não tenha sido um dos melhores (cerca de 7 libras esterlinas por jogo). Seu mentor, Allan Hill, acredita que Jawahir tem o que é necessário para uma promoção dupla para chegar ao nível cinco da classificação de arbitragem, em que, atualmente, ela se encontra no nível sete. Ela diz que em dez anos gostaria de ser uma árbitra profissional, apitando jogos dos maiores campeonatos do mundo, como a Premier League, Champions League e Women’s Super League. Se estiver interessado em acompanhar a sua brilhante jornada e deixar uma mensagem de apoio, o seu Twitter é @jj_Roble e sua conta no Instagram é jawahir_roble.
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